Hoje é Natal, férias do trabalho e mais tempo livre que o habitual. Nessa situação me ocorreu o porquê que as coisas existem? Ou melhor, porque as coisas existem no lugar delas não existir. Não sou religioso e de maneira superficial assumo para mim as religiões como ficção, mas tendo a acreditar em Deus pelo simples fato das coisas existirem.
Estava vendo outro dia, vários vídeos a respeito desse tópico, todos citavam vários filósofos e estudiosos tanto ateus quanto religiosos. Como não tinha intenção de escrever a respeito não tomei nota de seus nomes, mas o ponto era levantar argumentos a respeito da existência de Deus, alguns se utilizavam de ‘tierlist’ dos argumentos e ambos pontos de vista eram inconclusivos e tinham seu argumento mais forte envolvendo o espaço e cosmologia.
Afinal as pessoas são irrelevantes ao funcionamento do universo ou por outro lado a qualidade de perceber o universo torna as pessoas mais relevantes do que tudo que se sabe a respeito dele, pois algo é irrelevante a menos que haja um espectador, que nesse caso é as pessoas.
Muitos tópicos levavam em consideração a moralidade e percepções do que um Deus poderia ou não fazer, mas essa conversa é no mínimo infrutífera, pois é comum não ser capaz de entender como outra pessoa pensa, presumir que as pessoas entenderiam o divino, conceitos de infinito e coisas fora da passagem do tempo é até um tanto infantil.
Tentar entender o início e o fim parece um caminho para enlouquecer, mais enlouquecedor ainda é pensar que as coisas podem simplesmente deixar de existir.
Paulo Rodrigues de Quadros Júnior
25 de Dezembro de 2025
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